fevereiro 08, 2014

Dívida pública - a maior fraude da história da humanidade!

"O governo não pode ser autorizado a contrair empréstimos - nem um cêntimo - nunca mais, de ninguém! Os bancos são empresas e requer-se às empresas que maximizem os seus lucros. O que isso significa? Isso significa que os bancos NUNCA terão como objetivo o interesse público! É impossível para eles funcionar para o interesse público! Portanto, não podemos dar-lhe o poder do dinheiro."

Palestra completa aqui.

"Palestra de Bill Still na conferência do IFSS (Fórum Internacional sobre Sistemas Financeiros) em Istambul, Turquia (2013.09.12).
Bill Still é um ex-editor e redactor de jornal. Escreveu para os jornais USA Today, The Saturday Evening Post, the Los Angeles Times Syndicate, OMNI magazine, etc. Escreveu 22 livros e dois vídeos documentários.
Em 1996 produziu o documentário aclamado "The Money Masters / Os Mestres do Dinheiro" (www.themoneymasters.com) que previu os eventos económicos que estão apenas a começar a acontecer. Coordenado pelo economista vencedor do prémio Nobel Milton Friedman, este é considerado o trabalho clássico sobre a reforma monetária."

2 comentários:

  1. Conheces a Banca Árabe?
    Pois na Banca Árabe não existem juros, uma vez que qualquer lucro provindo do capital é considerado usura, coisa que é atribuida aos Judeus, com os quais nunca se deram.
    Como funciona então? Como é que se assegura a cobertura das despesas?
    Existe então um contrato- onde nunca entram os juros.
    Os depositantes que necessitam de um empréstimo acertam um contrato de devolução do dinheiro onde apenas acrescentam um pequeno valor fixo para as despesas de funcionamento. Ao mesmo tempo, obrigam-se a fazer contas poupança as quais como é evidente, não engordam com juros.
    Dito assim a capitalização é pelo contrato, sempre a favor do depositante.
    Podemos pensar que é uma utopia e que apenas funciona em paises "esquisitos" onde não existe a liberdade, ditaduras etc.
    Limpemos a mente de chavões. Não nos deixemos embarcar por esses que usam a liberdade para nos roubar a toda a hora e que fazem correr opiniões dominantes agitando papões.
    Aproveite-se o que pode haver de bom num universo onde nada ou quase nada nos pode fazer inveja.
    Este, o da BAnca árabe é um desses casos.
    O conceito de banca árabe foi adaptado em pelo menos um país bem "occidental"-
    O JAK Medlemsbank, com sede na Suécia, é um exemplo em como se pode aplicar algo bem simples que passa pela eliminação pura e simples do negócio bancário.
    De facto e é recorrente, o sistema bancário baseado na usura e no lucro do capital pelo capital e não do lucro pela criação de riqueza conduz a crises financeiras cíclicas, como esta que estamos vivendo e que resulta exactamente da invenção de títulos que não correspondem a trabalho acumulado : capital.
    Quem detém o sistema monetário?
    Pode cortar-se com ele?
    É preciso coragem?
    Não!
    Dinheiro?
    Não!
    Apenas vontade...
    A vontade de cortar e mudar de rumo.

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    1. A mim parece-me bem razoável... e implementável.

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